Sobre

Se expressar faz parte de todo o ser humano. Seja pela fala, por gestos, através da escrita, enfim… Inúmeras são as formas de passar uma mensagem, contar uma história. O jornalista tem como profissão a tarefa de contar histórias. Quem decide se dedicar a esse exercício não pode querer ser jornalista apenas oito, seis horas por dia, como quem coloca uma roupa e a tira depois.  Ele é jornalista! Em casa, com a família, andando pelas ruas, conversando com os vizinhos e com o porteiro.

Tem sede de curiosidade e gosta de se relacionar. É um pouco  psicólogo que tenta descobrir como a mente das pessoas funcionam. Carrega dentro de si a dedicação de um médico pela profissão. Possui os traços do artista, que por meio de seu texto, do design que aplica ao produto que vende – a notícia, a reportagem, o documentário, a fotografia –  quer com o máximo de exatidão e de realismo mostrar recortes do mundo que o cerca.

Ele é  humano também, cheio de falhas, de erros, que desde sempre vem se adaptando as mudanças tecnológicas e as formas de se comunicar. O jornalista é um comunicador! Um contador de histórias! Ele  não tira nem coloca a roupa de jornalista, ela já é fixa e presa ao corpo.

Nota: Meu nome é Adriana Cristina da Silva, tenho 22 anos e moro em Goiânia.Adriana

Minhas raízes estão no interior do estado, cresci e morei até os oito anos em uma chácara próxima à Cidade de Goiás. Nesse meu universo conheci e descobri as cores e os sabores da natureza e aprendi desde cedo a valorizar  essa riqueza de Deus. Esse blog começou com a vontade de escrever sobre o povo goiano e sobre como esse mesmo povo se apropria do Cerrado. Nas categorias, Arte Goiana, Música Regional e Tradições Populares descrevo através de reportagens as festas religiosas, as tradições e o cenário artístico de algumas cidades goianas.  Cerradência: Vivência no Cerrado também faz parte do meu Trabalho de Conclusão de Curso da Universidade Federal de Goiás, orientado pela Professora Doutora Rosana Maria Ribeiro Borges.